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Cidade verde

Asa Norte

Uma das quatro principais áreas residenciais de Brasília, a Asa Norte tem localização privilegiada e boa infra-estrutura. O perímetro urbano tem formato retilíneo, com cerca de sete quilômetros de extensão, é levemente curvado (como a asa de um avião) e cortado pelo Eixo Rodoviário Norte, o Eixão — a grande avenida que cruza todo o Plano Piloto e delimita as quadras residenciais. Suas quadras residenciais não estão completamente ocupadas.

O mercado imobiliário está em expansão na Asa Norte. Ao contrário da Asa Sul, onde praticamente não há mais espaços para novas edificações residenciais e os prédios foram projetados nas décadas de 60 e 70, lá existem apartamentos com plantas de concepção mais moderna.

As melhores plantas estão nas quadras 100, 200 e 300. As 400 — mais econômicas — são compostas por prédios de três andares, sem garagem e elevadores. Existem casas apenas nas quadras 700, onde o número de furtos é maior. Uma peculiaridade da Asa Norte são as quitinetes na sobreloja de edifícios comerciais.

Os cerca de 120 mil moradores do bairro contam com boas escolas e universidades, postos de saúde e hospitais, áreas de cultura e lazer e amplas vias de tráfego (pode-se chegar de uma ponta a outra da Asa em menos de 10 minutos, situação impensável em outros grandes centros urbanos do país).

Cada quadra tem seu comércio próprio, com cerca de 50 lojas, desde chaveiros, padarias e quitandas até agências bancárias e escolas de idiomas. Isto sem contar as dezenas de bares e restaurantes, o que dá à Asa Norte um ar boêmio.

Um dos principais atrativos para os moradores é a grande área verde junto aos blocos residenciais, com quadras esportivas, playgrounds, bancas de jornal e muitos jardins. A sensação é a de morar numa praça.

Como opção de lazer, há três shopping centers (Conjunto Nacional, Brasília Shopping e Liberty Mall) com nove salas de cinema (sem contar o drive-in, próximo ao autódromo Nelson Piquet e ao estádio Mané Garrincha). Os moradores desfrutam, ainda, de um setor de clubes junto ao Lago Paranoá e contam com a proximidade do parque Nacional de Brasília, onde estão as piscinas naturais de água mineral.

O transporte coletivo e o trânsito da Asa Norte são bem estruturados, se comparados aos de outras grandes cidades brasileiras. As linhas de ônibus que servem exclusivamente à região são bem distribuídas. Há linhas para quase todas as áreas do DF, passando pela W3, L2 e Eixinhos.

O sistema viário da região é moderno, facilitando o deslocamento para outras partes da cidade. É possível percorrer os 7,5 quilômetros do Eixo Rodoviário Norte (Eixão) em menos de 10 minutos, dentro da velocidade máxima permitida.

Mais de cinquenta anos se passaram desde a fundação de Brasília e ainda é possível acompanhar o crescimento da Asa Norte. Um dos motivos dessa lenta expansão deve-se, em parte, à participação imobiliária da Universidade de Brasília (UnB) na região, cujo patrimônio inclui quadras e projeções residenciais. Pensando em garantir uma fonte de renda futura e a autonomia financeira da instituição, a União doou-lhe vários terrenos que aos poucos começam a ser ocupados.

A própria implantação da UnB consolidou o caráter acadêmico da Asa Norte. A invasão do campus, a resistência ao regime militar, a prisão de professores e líderes estudantis constam como um marco na história da cidade. O espírito intelectual e rebelde se enraizou na Asa Norte. Jovens moradores da Colina (uma área residencial de professores da universidade) se juntaram para formar algumas bandas de rock, que, na início, dariam origem a grupos como Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude.

Da irreverência da região surgiu também a mais importante manifestação popular do Carnaval brasiliense: o Pacotão. Era uma brincadeira de foliões, em sua maioria jornalistas, para satirizar o pacote baixado pelo governo federal em 1977. A folia ocorre todo ano, sem recursos oficiais, na comercial da 302, de onde o Pacotão sai - sempre na contramão - pelas ruas da cidade.

Além do fato de a UnB liberar gradualmente seus terrenos para construções residenciais, a distância entre a Asa Norte e as regiões mais densamente povoadas, localizadas na Saída Sul, também explicam a demora na sua ocupação. As cidades satélites do Núcleo Bandeirante, Guará e Taguatinga, e o SIA (Setor de Indústria e Abastecimento), além do aeroporto, mais próximos da Asa Sul, deixaram a região em segundo plano. Esse breve isolamento acabou por preservá-la.

Da pré-escola ao nível superior, de iniciativa pública ou privada, há um pouco de tudo em termos educacionais na Asa Norte. A rede de ensino público oferece cinco jardins de infância e 26 escolas de ensino médio e fundamental. A Universidade de Brasília (UnB), uma das melhores do país, fica na parte Leste da Asa, próximo ao Lago Paranoá.


Asa Sul

É um privilégio morar na Asa Sul, uma das áreas habitacionais mais nobres da capital federal, com excelente qualidade de vida. Não é necessário sair do bairro para fazer compras, estudar ou trabalhar. Nessa região estão localizados os melhores hospitais e escolas da cidade, além de bons supermercados, bares, restaurantes, butiques e um comércio variado. O sistema de transporte é eficiente e o bairro conta também com uma linha do metrô. A presença de delegacias policiais ajuda a manter os índices de criminalidade em padrões aceitáveis.

O bairro já está praticamente consolidado, restando poucas áreas para construção, principalmente para residências. O mercado imobiliário fica quase restrito aos imóveis usados. O metro quadrado construído na região custa entre R$ 8 mil e R$ 15 mil, dependendo da localização e do estado do imóvel. Os blocos de apartamentos predominam nas áreas residenciais do bairro. Casas somente nas quadras 700, mesmo assim elas são geminadas, localizadas em terrenos com 130 metros quadrados, em média. Não existem quintais, apenas um pequeno jardim. As quadras 100, 300 e 200, compostas por até 11 prédios com seis pavimentos cada, são as mais valorizadas. Nas quadras 400 a ocupação é mais popular. Ali os prédios só podem ter três andares e a maioria não dispõe de elevador nem de garagem.

O pulmão do Distrito Federal também fica na Asa Sul. O parque da Cidade, com 4,2 milhões de m², é a maior área verde urbana do mundo e oferece infra-estrutura completa para recreação, com ciclovia, pistas para cooper, quadras de esporte, parques infantis, anfiteatro e um pequeno lago para pedalinhos, caiaques e até pesca. O parque conta, ainda, com o pavilhão de feiras e exposição, uma área coberta de 57 mil m². Durante a semana, o local é escolhido pelos que buscam manter a boa forma. É possível até encontrar alguns políticos se exercitando. Nos finais de semana, a área vira a grande opção de lazer do brasiliense, que procura suas sombras para um piquenique ou apenas para o descanso com a família.

Com todas essas vantagens, a Asa Sul é preferida por boa parte dos parlamentares e ainda é vizinha do poder, pois fica próxima do Eixo Monumental, onde funcionam os três poderes da República e a sede do governo local. É também nesse eixo que ficam o Centro de Convenções e a Torre de TV. Outra vantagem do bairro é estar bem próximo do aeroporto Internacional de Brasília. Em menos de 10 minutos após o desembarque é possível chegar a qualquer ponto da Asa. A rodoviária interestadual (Rodoferroviária) também faz parte da vizinhança da Asa Sul, assim como o Jardim Zoológico e o ParkShopping.

Setor mais tradicional de Brasília, a região possui várias opções de lazer, com uma infinidade de restaurantes (com cardápios de todos os cantos do mundo e regiões do país), muitos bares e boates. Dispõe de teatros como o da Escola Parque, o Teatro Garagem (onde o Legião Urbana fez suas primeiras apresentações), o Teatro dos Bancários, o Centro Cultural da Caixa e o Teatro Dulcina, onde há uma faculdade de Artes Cênicas. É também o local onde se realiza, todos os anos, o Festival do Cinema de Brasília - um dos principais do país - no Cine Brasília.

As lojas no comércio local são pequenas, com pouco mais de 100 m², considerando os três pavimentos. Mas um recurso muito utilizado pelos comerciantes é fazer o chamado “puxadinho”.

A história da Asa Sul se confunde um pouco com a história da criação de Brasília. Foi aqui que o sonho de Juscelino Kubitschek de trazer a capital da República para o Planalto Central começou a virar realidade. As primeiras quadras residenciais foram surgindo em 1959, no auge da construção da cidade. A vida na Asa Sul começou na 409 e na 410, onde foram erguidos os primeiros blocos de apartamentos, ainda sem pilotis e com apenas três pavimentos. Em 1960, quando Brasília foi inaugurada, estavam prontos também alguns blocos na 202, para receber funcionários dos tribunais federais, e nas 106, 306, 107, 307, 108, 308, para receber deputados e senadores.

Em seguida vieram os blocos residenciais da 303 sul, construídos pelo Banco do Brasil para abrigar seus funcionários. Surgiam também a 406 e a 206, área residencial dos servidores da Previdência. Assim, aos poucos, a Asa Sul do avião do arquiteto Lúcio Costa foi tomando forma.

Junto com as áreas habitacionais aparecia também o comércio das entrequadras. No pensamento dos criadores da nova capital, Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, tudo era muito prático: cada quadra com seu comércio, com farmácia, minimercados, padarias, lojas de tecidos, armarinhos e papelarias. Durante os anos 60, até que esse tipo de comércio funcionou, mas depois vieram novas demandas e a cidade foi se adaptando. Assim surgiram a rua dos Restaurantes, das Elétricas (com lojas de material elétrico) e das farmácias.

A proximidade do poder marcou a história da Asa Sul. Foi no apartamento de Tancredo Neves, na 206, por exemplo, que ocorreram reuniões para articular sua eleição para a presidência da República. O deputado Ulysses Guimarães preferia tomar decisões políticas importantes em uma mesa do restaurante Piantella, na 202.

A história da Asa Sul passa também pelo bar Beirute, um dos mais tradicionais da cidade, localizado na 109. Qualquer motivo é motivo para se comemorar no Beirute, das vitórias esportivas às eleitorais. O impeachment do ex-presidente Collor foi festejado ali.

A igrejinha da quadra 107 sul é outra parte da história de Brasília situada na Asa Sul. O templo foi construído a pedido da primeira dama Sarah Kubitschek, para cumprir uma promessa. Foi também na Asa Sul, debaixo de um pequizeiro entre as quadras 305 e 306, que começou a tradicional Festa dos Estados, festejo filantrópico que hoje é realizado todos os anos no Pavilhão de Feiras do parque da Cidade.

As quadras 400, 105, 106 e 312 são as primogênitas da Asa Norte, construídas para abrigar políticos, militares e os então recém-transferidos funcionários públicos.

A Asa Sul é cortada em toda sua extensão pelo Eixo Rodoviário, com pistas largas e três faixas, que permitem fluidez no trânsito. O Eixão, como é conhecido, é margeado pelos Eixinhos, que embora não disponham de tantas faixas de tráfego, não têm semáforos, o que facilita a circulação de veículos. Na avenida W3 Sul a quantidade de semáforos, praticamente em todas as quadras, é compensada com a onda verde, um sistema que permite ao motorista percorrer quase toda a Asa Sul se defrontar com o sinal vermelho, desde que desenvolva a velocidade normal da via. Já na L2 a quantidade de semáforos é menor, mas há muitas escolas e o trânsito pode ficar mais lento em determinadas horas do dia.

As avenidas W4 e W5 passaram a funcionar com mão única para tentar minimizar os engarrafamentos nas pistas, onde está localizada a maioria das escolas da Asa Sul. O trânsito melhorou muito.

A oferta de ônibus do sistema de transporte é grande. Além dos circulares do bairro e da linha grande circular que transita apenas no Plano Piloto, os usuários contam com linhas para todas as cidades satélites do Distrito Federal. Todos os ônibus que vêm das regiões localizadas na saída sul da cidade obrigatoriamente passam pela W3 sul ou pelos Eixinhos para chegar ao terminal rodoviário, que fica localizado no Eixo Monumental, no início da Asa Sul. Já está concluído também o metrô de Brasília. A linha subterrânea passa por todo o Eixinho sul, com estações em quase todas as quadras 100, ligando o Plano Piloto às cidades de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Guará e Águas Claras.

A Asa Sul é um setor privilegiado na área de saúde. Possui uma grande concentração de hospitais particulares, clínicas médicas, laboratórios e clínicas de fisioterapia. Nessa região fica também o melhor hospital público de Brasília, o Hospital de Base, além do Sarah Kubitschek, especializado no aparelho locomotor, e do Hospital Materno Infantil de Brasília. A Asa Sul dispõe ainda de vários centros de saúde, inclusive um de atendimento especializado em Aids e o Hospital-Dia. Em quase todas as quadras comerciais há pelo menos uma farmácia e é no bairro que se criou a rua das Farmácias, nas comerciais da 102 e da 302 sul.

Quase todas as quadras residenciais da Asa Sul contam com escola pública de ensino fundamental, com as quatro primeiras séries iniciais ou com oferta de 5ª a 8ª séries. Muitas quadras têm também jardim de infância e nas 700/900 e nas 600 estão localizados os colégios públicos de ensino médio. A Asa Sul tem uma grande concentração de faculdades e escolas particulares de boa qualidade, além de vários cursos preparatórios para vestibulares e para concursos, escolas de idiomas e uma conceituada escola pública de Música.


Parque da Cidade - Sarah Kubitscheck
Esporte e natureza


Criado para preservar a densa vegetação local e tornar-se um dos pulmões de Brasília, o popular parque da Cidade estende seus 420 hectares na Asa Sul. Os autores do projeto dispensam comentários: são o urbanista Lúcio Costa, o arquiteto Oscar Niemeyer e o paisagista Burle Marx. O resultado é contato com a natureza e muitos equipamentos de lazer para o morador.

A área verde possui local para armação de circos, cinco playgrounds e pista para velocípedes e mini-carros. Ainda entre as atrações gratuitas, existem 41 quadras polivalentes, oito campos de futebol, uma arena de vôlei de praia e nove quilômetros de ciclovia. Existem duchas para banho e os bosques (que contam com 75 churrasqueiras, mesas e bancos) que garantem o lazer dos visitantes nos finais de semana. Existem  também alguns restaurantes e lanchonetes no local.

Há alternativas de lazer pagas, como o pesque e pague instalado no lago, que também possui pedalinhos e caiaques para alugar. O kartódromo, o centro hípico, a pista de skate e o parque de diversões para a criançada completam as opções de atividades privadas.

Com capacidade para abrigar 2.800 pessoas, o anfiteatro do Pavilhão de Feiras e Exposições é uma área coberta para realização de diversos eventos. O estacionamento do Pavilhão é o único privado do parque, que dispõe de 12 mil vagas gratuitas. A infra-estrutura conta ainda com 16 instalações sanitárias e telefones públicos em locais estratégicos.

Acesso pela RA-I Brasília, Asa Sul. O acesso é pelo Eixo Monumental, 902 Sul e 910 Sul, na área sudoeste.

Veja o guia do Parque da Cidade - Clique aqui


Jardim Botânico
Lição de ecologia


Criado em 8 de maio de 1985 e vinculado à Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do DF, o Jardim Botânico do Distrito Federal (JBDF) é Área de Proteção Ambiental. Sua principal finalidade é a conservação e pesquisa do meio ambiente, mas reserva 500 de seus 5 mil hectares à visitação. São oferecidas palestras, caminhadas nos jardins didáticos e trilhas ecológicas agendadas para alunos de ensino fundamental e médio.

Os outros 4.500 hectares do Jardim Botânico compõem a Estação Ecológica, que abriga variadas fisionomias representativas de cerrado, com fauna e flora associadas. Por meio de um convênio de cooperação técnica com a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, o JBDF criou o primeiro banco de germoplasmas “ex-situ” de plantas ornamentais e medicinais do cerrado. Criado em 1992, o banco de material genético conserva espécies vegetais de interesse farmacológico, ornamental e comercial, ameaçadas de extinção.

Na área destinada à visitação existem opções de lazer orientado, no Centro de Visitantes, e atividades que buscam sensibilizar o participante em relação à questão ambiental. As plantas medicinais são expostas no Jardim de Cheiros, com espécies exóticas, e no Horto Medicinal do Cerrado, com espécies típicas da vegetação. No Modelo Filogênico, plantas exóticas e nativas ficam dispostas concentricamente conforme sua evolução. A Alameda do Cerrado, via de acesso ao Centro de visitantes, exibe algumas espécies arbóreas e arbustivas do local.

Com aproximadamente 4 km de extensão, a trilha ecológica atravessa o cerrado típico, o campo limpo, o campo sujo e a mata de galeria. Do ponto mais alto do Jardim Botânico de Brasília, o Mirante, o visitante pode contemplar toda a farta paisagem, com direito até a uma área de piqueniques. Na loja de produtos naturais pode comprar plantas ornamentais e medicinais, chás, mel, aguardente de ervas e material informativo.

A acesso é pelo setor de mansões urbanas Dom Bosco, Conj. 12, Lago Sul. O acesso é pela Saída Rodoviária de Brasília, passando pela Ponte Costa e Silva, em direção à estrada para Unaí-MG.

Veja o guia do Jardim Botânico - Clique aqui


Parque Nacional de Brasília / Água Mineral
Guardião das águas


Um mergulho nas piscinas de água mineral do Parque Nacional, localizado a 9 km do Plano Piloto, na EPIA, é um poderoso antídoto contra o clima seco da capital federal. A história do popular “Água Mineral” está intimamente ligada à construção da cidade. Criado em novembro de 1961 para preservar os mananciais da região, o parque é responsável hoje por 30% do abastecimento de água da cidade. As mudas de plantas retiradas da área de 30 mil hectares (equivalente a 510 mil campos de futebol) ajudaram a transformar Brasília em uma das cidades mais verdes do mundo.

Uma das funções mais importantes do parque é a preservação de seus mananciais hídricos. Essa água é essencial para Brasília. A Barragem de Santa Maria, com área total de 825 hectares, responde por boa parte do abastecimento da cidade. Seus inúmeros córregos e nascentes têm formações variadas. As piscinas recebem milhares de visitantes por ano, atraídos pela pureza das águas e por belezas naturais como o Peito de Moça, uma queda em que a água brota do alto de um pequeno morro.

Além das duas piscinas, o espaço oferece duas trilhas que exibem uma grande diversidade ecológica. Entre as trilhas da Capivara, com 1.300 m de extensão, e a Cristal Água, com 1.500 m, o visitante pode encontrar uma riquíssima fauna. Entre os habitantes mais ilustres figuram o lobo-guará, o tatu-canastra e o tamanduá-bandeira, animais que dificilmente sobreviveriam a mudanças radicais em seus hábitats.

O Parque Nacional abriga também o Centro de Pesquisas para a Conservação das Aves Silvestres (CEMAVE), e duas estações sismológicas integradas à rede mundial. A Universidade de Brasília, em parceria com o Parque Nacional, realiza um trabalho de recuperação das áreas cascalheiras, devastadas pela retirada de cascalho no início da construção da cidade. O trabalho envolve pesquisadores e técnicos que procuram devolver à região suas características originais.

As principais preocupações da reserva são preservar e garantir a continuidade do cerrado, um dos ecossistemas mais ameaçados do país. Além de proporcionar diversão e lazer, o parque promove a conscientização ambiental com um programa desenvolvido junto aos freqüentadores, escolas e à população que habita seus arredores.

Além do cerrado propriamente dito, outras formações vegetais estão presentes. O campo limpo, vegetação rasteira com árvores de pequeno porte; o campo sujo, com árvores um pouco maiores; e as matas ciliares, vegetações densas que se formam ao redor dos córregos, completam o solo da região. Nas nascentes é comum a presença dos buritis, árvores de copa alta típicas da região Centro-Oeste.

Fica situado a 9 km do Plano Piloto na EPIA, o acesso é pela BR 040, próximo ao Carrefour Norte

Veja o guia da Água Mineral  - Clique aqui


Parque Ólhos D' água
Terra de nascentes


O parque Olhos D’Água, como já indica o nome, preserva nascentes e um lago, em seu limite noroeste, abastecido por um olho d’água. Em seus 21 hectares, ainda existem um córrego, uma lagoa, outros olhos d’água, uma mata de galeria e fauna. O espaço também visa a recuperação de áreas degradadas, desenvolvimento de programas de educação ambiental, bem como proporcionar lazer e cultura para população, junto à conservação ambiental.

Sua flora é caracterizada por mata de galeria e cerrado. As espécies mais expressivas encontradas são o pau-jacaré, o angico, a embaúba, a copaíba, o barbatimão e o faveiro. Um levantamento, realizado em 1998, atestou a presença de mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes. Na área podem ser encontrados gambás, preás, jararaca, calango verde, lagartixa preta, cobra de duas cabeças, lagarto ápode, cobra de vidro, sapos, pererecas, rãs-cachorro e lambaris.

Atualmente, o parque é freqüentado por moradores das quadras próximas. O parque dispõe de pista de cooper e trilhas para caminhadas saudáveis junto a natureza.

O acesso se dá entre as quadras 413 e 414 norte e as SCLN 414 e 415. Acesso: através da via L2 norte, sendo sua principal entrada voltada à via L1 norte.

Veja o guia do Parque Olhos D´água - Clique aqui

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