Brasília surgiu como uma flor do deserto, dentro das áreas e escalas que seu urbanista criou, vestida com as fantasias da minha arquitetura. E o velho cerrado cobriu-se de prédios e de gente, de ruído, tristezas e alegrias.
Oscar Niemeyer, “As Curvas do Tempo”
A História
A história de Brasília surge com as primeiras idéias de uma capital brasileira no centro do país. Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, em 1716, sugeriu pela primeira vez a necessidade de interiorizar a capital do país. Em 1821, José Bonifácio de Andrada e Silva, estadista brasileiro, retoma o assunto da interiorização da capital, sugerindo o nome Brasília.
A primeira sede administrativa do Brasil foi São Salvador (atualmente Salvador), onde funcionou de 1578 até 1763, transferida posteriormente para o Rio de Janeiro. Entretanto, desde o início da colonização a idéia de uma capital no interior esteve sempre presente. Apesar da falta de evidências, credita-se a originalidade da idéia ao Marquês de Pombal (1699-1782), que desejaria, então, uma capital inexpugnável, não apenas para a colônia, mas de todo o reino português.
Em 1808, a corte portuguesa refugiou-se no Rio de Janeiro. Em 1809, William Pitt, primeiro-ministro do Reino Unido recomenda, por motivos de segurança, a construção de uma Nova Lisboa no Brasil central.
A partir de 1813, Hipólito José da Costa, em repetidos artigos de seu Correio Braziliense, reivindicava "a interiorização da capital do Brasil, próxima às vertentes dos caudalosos rios que se dirigem para o norte, sul e nordeste".
Em 1821 José Bonifácio preparou a minuta de reivindicações da bancada brasileira para a parecer da comissão encarregada da redação de aditamentos à constituição. Acredita-se que tais reivindicações inspiraram a publicação em 1822 de um in-fólio sob o título de "Aditamento ao projeto de Constituição para fazê-lo aplicável ao reino do Brasil", em que se sugere "no centro do Brasil, entre as nascentes dos confluentes do Paraguai e Amazonas, fundar-se-á a capital desse Reino, com a denominação de Brasília".
José Bonifácio de Andrada e Silva, tão logo viu proclamada a independência do Brasil, ofereceu à assembléia constituinte, a que então presidia, uma Memória, onde demonstra as vantagens "de uma nova capital do Império no interior do Brasil, em uma das vertentes do rio São Francisco, na recém criada comarca de Paracatu do Príncipe, que poderá chamar-se Petrópole ou Brasília...".
Na legislatura de 1852 a questão tornou a ser ventilada, despertando a atenção do historiador Francisco Adolfo de Varnhagen, Visconde de Porto Seguro, que defendeu ardorosamente no compêndio "A questão da capital marítima ou no interior?". Coube-lhe a primeira verificação prática no local (1877). Apontou então como local mais apropriado "para a futura capital da União Brasílica o triangulo formado pelas lagoas Formosa, Feia e Mestre d'Armas, das quais manam águas para o Amazonas, para o São Francisco e para o Prata!". Determinava assim, com oitenta e três anos de antecedência, o ponto onde se iria instalar a nova capital.
São João Melchior Bosco, o nosso Dom Bosco, santo Italiano nascido em 1815 e fundador da Ordem dos Salesianos, em 30 de agosto de 1883 teve o seu famoso sonho, onde vislumbrou uma depressão bastante larga e comprida, partindo de um ponto onde se formava um grande lago, entre os paralelos 15º e 20º, e que repetidamente uma voz lhe dizia que "...quando vierem escavar as minas ocultas, no meio destas montanhas, surgirá aqui a terra prometida, vertendo leite e mel. Será uma riqueza inconcebível..."
Com o advento da república, volta a velha questão à tona, sempre ligada à defesa e ao desenvolvimento do país, afirmando-se expressamente, no art. 3o.da constituição republicana de 1891; "Fica pertencente à União, no Planalto Central da República, uma zona de 14.000 km², que será oportunamente demarcada, para nela estabelecer-se a futura Capital Federal." Floriano Peixoto (segundo presidente da república) deu objetividade ao texto, constituindo-se a Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892).
Sob a chefia do geógrafo Luís Cruls, que apresentou substancioso relatório, delimitando, na mesma zona indicada por Varnhagen, uma área retangular que ficou conhecida como Retângulo Cruls.
Durante vários anos pouco se falaria na questão, e, na verdade, para tão arrojado plano, naquela época, seria necessário vencer as distancias com razoáveis estradas de ferro até o mar, exigindo uma tecnologia de que não dispunha o Estado.
Muito embora a constituição de 1934 previsse a interiorização da capital federal e ordenasse que, "concluídos os estudos, serão apresentados à Câmara dos Deputados, a qual tomará, sem perda de tempo, as providencias necessárias à mudança", sobreveio a carta constitucional de 1937 e foram esquecidos tais propósitos. Reapareceu o mesmo texto no art. 4 das disposições transitórias da constituição de 1946, motivando a comissão chefiada pelo engenheiro Poli Coelho, que reconheceu a excelência do local já preconizado. Outra comissão, constituída em 1953 e presidida (em 1954) pelo general José Pessoa, completando os estudos já realizados, delineou a área de futura capital entre os rios Preto e Descoberto, e os paralelos 15o30' e 16o03', abrangendo parte do território de três municípios goianos (Planaltina, Luziânia e Formosa), o que foi aprovado.
Em 09 de dezembro de 1955, o presidente da Repúbica em exercício, Nereu Ramos, através do decreto n.38.261 transforma a Comissão de Localização da Nova Capital do Brasil, em Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, da qual foi presidente, de maio a setembro de 1956, o doutor Ernesto Silva, que, a 19 de setembro, lançou o concurso nacional do Plano Piloto de Brasília.
O arquiteto Oscar Niemeyer foi escolhido para chefia do Departamento de Urbanística e Arquitetura, sendo encarregado de abrir concurso para escolha do plano-piloto; assim, em março de 1957, uma comissão julgadora constituída por sir William Halford, Stano Papadaki, André Sive, Oscar Niemeyer, Luís Hildebrando Horta Barbosa e Paulo Antunes Ribeiro escolheu o projeto do arquiteto Lúcio Costa.
Em 15 de março de 1956, já empossado, Kubitschek assinou a Mensagem de Anápolis polis, lançando as bases da Companhia Urbanizadora da Nova Capital, Novacap, transformada na Lei nº 2.874, de 19 de setembro de 1956, cujo artigo 33 sacramentou o nome Brasília. para a futura capital. O engenheiro Israel Pinheiro foi nomeado como o primeiro presidente da Novacap, dando início aos trabalhos de terraplenagem em 3 de novembro de 1956.
Em 31 de dezembro de 1956, antes do início da construção do Plano Piloto, ficou pronta a Ermida Dom Bosco, às margens do Lago Paranoá, exatamente na passagem do paralelo de 15º.
No dia 02 de outubro de 1956, em campo aberto, o presidente Kubitschek assinou o primeiro ato no local da futura capital, lançou então a seguinte proclamação: "Deste planalto central desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino."
A Construção
Imaginar Brasília despida das fantasias de Oscar Niemeyer é como pensar o Vaticano sem a Basílica de São Pedro ou a Acrópole sem o Partenon. Autor de mais de 50 projetos que vão dos palácios às casas populares, o arquiteto é o grande responsável pela “cara” da cidade. Niemeyer não só desenhou as principais obras do conjunto arquitetônico de Brasília – construído a partir do Plano Piloto do também arquiteto e companheiro Lúcio Costa –, como enfiou o pé na lama para que o presidente Juscelino Kubistchek pudesse inaugurar a nova capital no dia 21 de abril de 1960, apenas três anos e sete meses depois do início da empreitada. Por uma daquelas características própria dos gênios, preferiu não participar da festa.
A construção de Brasília se desenvolveu em ritmo alucinado, envolveu 30 mil operários e teve como premissa o pensamento urbanístico modernista de Le Corbusier. Mas Niemeyer foi além do mestre. Inventou curvas inusitadas, deu ritmo novo às colunas e fachadas, fez o concreto armado flutuar. Na nova capital do Brasil, a arquitetura fez-se leve, às vezes parecendo quase não tocar o solo. Ao visitar pela primeira vez a Praça dos Três Poderes, Le Corbusier, defensor ferrenho das linhas retas, rendeu-se à poesia das curvas do brasileiro: “Bravo, Oscar, bravo!”, exclamou, deslumbrado.
O impacto do trabalho de Niemeyer em Brasília foi tão significativo que em dezembro de 1987 a cidade foi tombada pela Unesco como Bem Cultural da Humanidade, subvertendo os critérios até então utilizados para definição de patrimônio mundial. Com a decisão, Brasília, uma cidade então com apenas 27 anos, foi equiparada ao Palácio de Versailles, ao Vaticano, às Pirâmides do Egito e a Machu Pichu.
Em 30 de junho de 1958, quando foi inaugurado o Palácio da Alvorada, com suas colunas aéreas, o escritor e ministro da Cultura francês André Malraux fez a seguinte declaração, de certa forma antecipando-se à avaliação da Unesco: “São o elemento arquitetônico mas importante desde as colunas gregas”. De fato, foi uma revolução. Niemeyer imaginava uma arquitetura ligada ao sistema de estruturas. A esta, incorporou avançadas técnicas brasileiras de concreto armado, fazendo inveja ao mundo.
Sua preocupação, no fundo, foi conceber Brasília como um elemento novo e diferente, que não copiasse os módulos habituais da arquitetura, mas que suscitasse nos futuros visitantes um sentimento de surpresa e emoção, que constituiria a grandeza e a originalidade da nova capital. No Eixo Monumental, na direção do leste, estão obras como o Teatro Nacional, a Catedral Metropolitana e o Palácio do Itamaraty. Um pouco mais à frente, na Praça dos Três Poderes, localizam-se o Palácio do Planalto, o Palácio do Supremo Tribunal Federal e o edifício do Congresso. O Itamaraty parece emergir das águas, sem sustentação aparente, pois suas colunas saem diretamente de um espelho d’água no qual se reflete a simetria dos arcos de inspiração romana.
O Congresso Nacional, edifício que abriga a Câmara dos Deputados e o Senado, é composto por dois espigões paralelos ladeados por duas construções em semicírculo, uma côncava e outra convexa. No espaço entre os edifícios, o sol poente propicia uma das imagens mais bonitas da cidade. Quem vê as obras de Niemeyer em Brasília imagina que cada projeto é fruto de meses e meses de trabalho, o que não é verdade, na maioria dos casos. Com Juscelino pressionando arquitetos e engenheiros para que a cidade fosse inaugurada na data fixada, muitos dos projetos foram feitos com surpreendente rapidez. “Tinha de elaborá-los em tempo recorde”, escreveu Niemeyer. O teatro, por exemplo, foi projetado em apenas três dias de um carnaval. Nessa corrida contra o tempo, Niemeyer contou com a colaboração de brilhantes artistas, raramente citados. É o caso, por exemplo, de Marianne Peretti, que desenhou o vitral de 2 mil metros quadrados que cobre a Catedral, de Athos Bulcão, criador da fachada do Palácio do Itamaraty, e de Alfredo Ceschiatti, autor dos anjos suspensos que ficam no alto da cúpula da Catedral. Para entender melhor o empenho de Niemeyer na construção de Brasília é preciso mergulhar na história e relembrar a utopia de transformação da sociedade brasileira que inspirava os arquitetos modernistas. Niemeyer e Lúcio Costa acreditavam que a uniformidade dos blocos de apartamentos ajudaria a apagar as distinções de classe e que Brasília, um pólo irradiador do desenvolvimento, seria um exemplo a ser seguido por todo o país. Algumas obras de Oscar Niemeyer em Brasília 1957 – Casas Populares, Capela do Palácio da Alvorada, Palácio da Alvorada 1958 – Palácio do Planalto, Supremo Tribunal Federal, Congresso Nacional, Museu da Fundação de Brasília, Casa de Chá, Catedral de Brasília (Catedral de Nossa Senhora da Aparecida), Casas Geminadas, Ministérios-Padrão, Capela Nossa Senhora de Fátima (Igrejinha), Teatro Nacional 1959 – Super Quadra 108 SUL, Hospital Distrital (atual Hospital de Base), Casa da Guarda Presidencial, Cine Brasília 1960 – Ceplan da Universidade de Brasília, Coreto na W3, Residência do Arquiteto, Instituto de Teologia da Universidade de Brasília, Instituto de Ciências da Universidade de Brasília 1962 – Sede e Sala de Exposição do Touring Clube, Ministério da Justiça (Palácio da Justiça), Ministério das Relações Exteriores – 2º Projeto (Palácio do Itamaraty) 1965 – Anexo II da Câmara dos Deputados 1967 – Ponte Costa e Silva (Ponto do Lago Sul), Residência Maria Luiza P. de Carvalho 1968 – Quartel-General do Exército 1971 – Anexo III da Câmara dos Deputados 1972 – Edifício Denasa, Edifício Oscar Niemeyer 1973 – Terminal Rodo-Ferroviário, Residência do Vice-Presidente da República – 2º Projeto (Palácio do Jaburu) 1974 – Anexo II do Ministério das Relações Exteriores, Sede da Telebrás, Residência de Flávio Marcilio 1978 – Anexo dos Ministérios-Padrão, Anexo IV da Câmara dos Deputados, Edifício Manchete 1980 – Memorial JK – 2º Projeto 1985 – Panteão da Liberdade e da Democracia Tancredo Neves (Panteão da Pátria) 1986 – Igreja Ortodoxa (Catedral Ortodoxa), Restaurante do Pontão, Mercado das Flores, Centro de Treinamento do Banco do Brasil 1987 – Residência de Sebastião Camargo Correia 1988 – Casa do Teatro Amador, Espaço Oscar Niemeyer 1989 – Sede do Superior Tribunal de Justiça, Espaço Lucio Costa 1993 – Tribunal de Contas da União – Anexo 2000 – Centro Cultural Banco do Brasil 2006 – Centro Cultural da República
Vídeo sobre a construção de Brasília
Vídeo sobre Brasília
Vídeo sobre Brasília em 1959 - Parte I
Vídeo sobre Brasília em 1959 - Parte II
Vídeo sobre Brasília em 1967
"Brasília-Distrito Federal, capital de todos os brasileiros. Capital da esperança da paz e da prosperidade. Patrimônio histórico e cultural da humanidade. Qualidade de vida. Querida Brasília. Prosperidade e segurança. Viva você por tudo o que significa em minha vida". Paulo Ilha - Consultor
Assista agora ao clipe inédito o Início... com fotos exclusivas da construção e inauguração de Brasília.
No começo poucos acreditavam. Pessoas vindas do país inteiro e do exterior. Brasília não foi levada à sério por muitos. Hoje em pleno século XXI, Brasília-Distrito Federal, capital do Brasil, se tornou uma das regiões mais prósperas desse nosso gigantesco país.
José Bonifácio apresenta projeto para mudança da capital e sugere o nome "Brasília" para a nova cidade.
1883
Dom Bosco tem seu famoso sonho.
1892
Nomeação da Comissão Exploradora do Planalto Central, a Missão Cruls, que dois anos depois demarca uma área de 14.400 km2 considerada adequada para a futura capital. Esta área ficou conhecida como o "Quadrilátero Cruls".
1922
07/09/1922
Colocada a pedra fundamental "da futura Capital Federal dos Estados Unidos do Brasil", perto da cidade de Planaltina, no perímetro do atual Distrito Federal.
1955
04/04/1955
Em um comício na pequena cidade de Jataí - GO, o candidato à presidência da república Juscelino Kubitschek, respondendo à pergunta de um eleitor, faz a promessa de que, se eleito, irá transferir a capital para o Planalto Central.
15/04/1955
A Comissão de Localização da Nova Capital Federal (que havia sido criada em 1953) escolhe o local definitivo onde será construída Brasília - o "Sítio Castanho".
1956
18/04/1956
Juscelino encaminha ao Congresso a Mensagem de Anápolis, propondo, entre outras medidas, a criação da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (a futura NOVACAP) e o nome de Brasília para a nova capital.
19/09/1956
O Congresso aprova por unanimidade o projeto, que se converte na Lei nº 2.874. Lançado o edital do Concurso do Plano Piloto. O edital foi publicado no Diário Oficial de 30/09/56.
22/10/1956
Iniciam-se as obras de construção da residência presidencial provisória, o futuro Catetinho, que será concluído em 31/10/56.
1957
15/03/1957
O projeto de Lúcio Costa foi escolhido vencedo. Observe-se que, nesta data, construções como a do primeiro aeroporto e a do Palácio do Alvorada já haviam sido iniciadas. Ou seja, a construção de Brasília se inicia em 56; a construção do Plano Piloto, já seguindo o projeto de Lúcio Costa, é que se inicia em 57.
1958
05/08/1958
Iniciado o primeiro asfaltamento.
05/06/1958
Foi fundada Taguatinga (atualmente a mais importante cidade-satélite do DF). Obs: embora Taguatinga tenho sido criada como "a 1ª cidade-satélite", já existia na época a "Cidade Livre", atual Núcleo Bandeirante.
1960
21/04/1960
Brasília é inaugurada. As festividades da inauguração já haviam se iniciado às 16h do dia 20 de abril. Às 9:30h do dia 21/04, os Três Poderes da República se instalaram simultaneamente em Brasília.
1961 a 1964
Durante os Governos de Jânio Quadros e de João Goulart, a construção da cidade e a transferência de órgãos da antiga capital (Rio de Janeiro) fica quase estagnada. A partir de 1964, Castelo Branco e os demais presidentes militares que o sucederam consolidam Brasília como a capital de fato do País.
1962
21/04/1962
Inaugurada oficialmente a UnB (Universidade de Brasília), tendo como primeiro reitor Darcy Ribeiro.
1967
09/03/1967
Inaugurada a Torre de TV.
1970
31/05/1970
Após mais de dez anos de construção, é inaugurada a Catedral de Brasília.
1971
21/11/1971
Inaugurada a 1ª etapa do Conjunto Nacional, o 1º "shopping center" da cidade.
1978
11/10/1978
Inaugurado o Parque da Cidade
1981
-
Já se encontram construídos a maioria dos prédios mais importantes que formam, junto com o Congresso e a Torre de TV, a "skyline" da cidade. Ex: a sede da ECT (1977) e a sede do Banco Central (1981).
1987
07/12/1987
A cidade é tombada pela Unesco e registrada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade.
1990
15/10/1990
Brasília elege seu primeiro Governador e seus primeiros Deputados Distritais.
2000
A população total do DF supera 2 milhões de habitantes.
2008
Brasília supera a marca de 1.000.000 (um milhão) de veículos em circulação.
Hino a Brasília (Hino Oficial) Letra: Geir Campos Música: Neusa Pinho França Almeida
Todo o Brasil vibrou e nova luz brilhou quando Brasília fez maior a sua glória com esperança e fé era o gigante em pé, vendo raiar outra alvorada em sua História
Com Brasília no coração epopéia a surgir do chão o candango sorri feliz símbolo da força de um país!
Capital de um Brasil audaz bom na luta e melhor na paz salve o povo que assim te quis símbolo da força de um país!
Brasília, Capital da Esperança (Hino Popular) Letra: Capitão Furtado Música: Simão Neto
Em meio à terra virgem desbravada na mais esplendorosa alvorada feliz como um sorriso de criança um sonho transformou-se em realidade surgiu a mais fantástica cidade "Brasília, capital da esperança"
Desperta o gigante brasileiro desperta e proclama ao mundo inteiro num brado de orgulho e confiança: nasceu a linda Brasília a "capital da esperança"
A fibra dos heróicos bandeirantes persiste nos humildes e gigantes que provam com ardor sua punjança, nesta obra de arrojo que é Brasília. Nós temos a oitava maravilha "Brasília, capital da esperança."